The Proliferation of Paramilitary Groups in Southern Mexico: State Strategy or Struggle between Local Political Elites?

TitleThe Proliferation of Paramilitary Groups in Southern Mexico: State Strategy or Struggle between Local Political Elites?
Publication TypeBook
Year of Publication2018
PublisherUniversidad del Rosario
Abstract

Este ensayo busca poner en perspectiva el surgimiento de las organizaciones paramilitares en Chiapas desde los inicios de la rebelión zapatista en 1994. Se sostiene que al contrario de lo que sugieren la mayoría de los autores que tratan el tema de los paramilitares mexicanos, éstos no se pueden entender como una estrategia de Estado. Más bien, la existencia de los paramilitares revela una guerra entre élites en pugna por el poder con visiones incompatibles de la democracia y el “buen gobierno”. La polarización inherente a este tipo de lucha ha llevado a que muchos actores locales apoyen un lado u otro de los grupos en conflicto. La presencia de grupos radicales de la izquierda en zonas indígenas, de colonización reciente y con poca presencia del Estado da lugar a una radicalización de las élites de la región. Las condiciones y las dinámicas que explican el protagonismo de los paramilitares son el resultado de múltiples factores. Además del entorno internacional después de la Guerra Fría, conviene tener en cuenta consideraciones nacionales como la inatención a los asuntos de seguridad de 1989 hasta 1993, las políticas gubernamentales entre 1968 y 1993 que sembraron las semillas de una situación pro-revolucionaria en un contexto neoliberal y los cambios consecutivos a la modernización acelerada de la sociedad. Hacen falta más estudios acerca de los grupos paramilitares y sus nexos con actores nacionales y transnacionales para complementar este estudio enfocado en sus orígenes. Este ensaio busca pôr em perspectiva o surgimento das organizações paramilitares em Chiapas desde os inícios da rebelião zapatista em 1994. Sustenta-se que ao contrario do que sugere a maioria dos autores que tratam o tema dos paramilitares mexicanos, estes não se podem entender como uma estratégia de Estado. Doutro modo, a existência dos paramilitares revela uma guerra entre elites em pugna pelo poder com visões incompatíveis da democracia e o “bom governo”. A polarização inerente a este tipo de luta tem levado a que muitos atores locais apóiem um lado ou outro dos grupos em conflito. A presença de grupos radicais da esquerda em zonas indígenas, de colonização recente e com pouca presença do Estado, da lugar a uma radicalização das elites da região. As condições e as dinâmicas que explicam o protagonismo dos paramilitares são o resultado de múltiples fatores. Além do entorno internacional depois da Guerra Fria, convém ter em conta considerações nacionais como a inatenção aos assuntos de segurança de 1989 até 1993, as políticas governamentais entre 1968 e 1993 que semearam as sementes de uma situação pró-revolucionária em um contexto neoliberal e as mudanças consecutivas à modernização acelerada da sociedade. Precisam-se mais estudos acerca dos grupos paramilitares e seus nexos com atores nacionais e transnacionais para complementar este estudo enfocado em suas origens. This study traces the origins of Mexican paramilitary groups and argues that, contrary to what most of the literature on the subject implies, they do not represent a state strategy to thwart leftist groups seeking social change. Rather, they represent battles between groups of national and local-level elites with different visions of democracy and of what constitutes good governance. The polarization inherent in this type of conflict leads local actors to have to side with one faction of elites or the other. The presence of radical leftist groups in recently colonized indigenous areas with scant state presence gives rise to a process of radicalization among local elites. There are multiple factors that explain the emergence of paramilitary groups. Aside from the post Cold War international context, there were national factors like a shift in its focus away from security matters between 1989 and 1993, and presidential policies between 1968 and 1993, that planted the seeds of leftist radicalism in a context of id modernization

URLhttp://repository.urosario.edu.co/handle/10336/16426